Já tive medo de viajar sozinha!

Olá, olá

Esta semana vou contar-te uma história, a minha história sobre o medo em viajar sozinha e como ultrapassei isso.

Todos nós somos diferentes e temos gostos diferentes, educações diferentes, vivemos em locais e contextos diferentes. Eu aprendi com a minha experiência, quer o meu contexto social, familiar e educacional, que todos estes fatores estavam a afetar-me ao nível da minha motivação e vontade em viajar. Aprendi também que, não podemos depender das outras pessoas, da sua disponibilidade, mesmo sendo família ou amigos para viajarmos.

São anos de aprendizagem e de autoconsciência, de análise sobre o que eu quero e como conseguir. As crenças influenciadas pela sociedade que temos ou pela família pode nos castrar. A mim estava a acontecer isso. Sentia-me presa e tinha de dar justificações por querer viajar, com quem e como. Chegou uma altura em que tive de colocar um travão à família mais próxima porque me limitavam nos meus movimentos e não me deixavam ser independente. E pior, não se davam conta que estavam a fragilizar a minha autoestima e autoconfiança. Como se estivessem a passar-me um teste de incapaz, de não conseguir tomar decisões sozinha!

Estas atitudes durante algum tempo me prejudicaram muito a nível do meu psicológico, a nível da inteligência emocional e social. Aprendi que esses comportamentos apenas refletiam o medo de não serem capazes em viajar, seja sozinho ou com amigos, estando limitados à família, ao seu núcleo. Como somos pessoas com uma identidade e cada um de nós nasceu e foi lhe dado um nome, eu questionava a razão por que me limitavam na minha vontade de querer viajar, seja com outras pessoas e pior, sozinha! Tive de combater isto com muita convicção e ouvir a minha VOZ, ouvir a minha consciência.

Estando sozinha ou acompanhada só fazemos asneiras ou temos comportamentos erráticos se quisermos. Comecei com muito medo a viajar sozinha, e ainda hoje mesmo com mais de vinte anos a viajar, continuo a ter medo. Mas aprendi o significado do meu MEDO, e arranjei estratégias para o minimizar ou combater. O MEDO até não é mau porque nos coloca mais alerta, temos mais atenção à nossa segurança e dos outros, conseguimos ter mais respeito e tolerância com os outros.

Hoje, cada vez gosto mais de viajar sozinha, adoro a minha família e viajo com ela nas férias, mas preciso fazer durante o ano uma pausa sozinha. Quando viajamos sozinhas criamos o nosso roteiro de viagem, planeamos a viagem ao nosso gosto, ao nosso ritmo e necessidade. Cada vez mais privilégio o turismo lento, a sustentabilidade e até o turismo regenerativo, o turismo de massas a mim já não me faz sentido. A confusão, os grandes grupos, muita gente já me causa algum stress. Contudo, ainda quero conhecer destinos muito conhecidos e massificados, nem que seja uma vez na vida, aí poderei ir sozinha ou em família. Mas quando estou sozinha sou mais criteriosa, ao nível do restaurante, do alojamento, do destino e o que gasto no geral.

Se queres começar a viajar sozinha vai com o medo mesmo, o primeiro passo és sempre tu que o dás, mesmo ouvindo vozes tóxicas ao teu redor. Não oiças nada, ouve-te a ti, junta-te a um grupo de pessoas ou vai mesmo sozinha, sem estranhos. Começa por Portugal para te habituares e quando sentires mais à vontade vai para o estrangeiro.

Um abraço e segue o teu rumo 🙂

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O que é um workshop de pintura de azulejo português?

Olá, olá

Esta semana vou falar-te sobre o nosso workshop de pintura de azulejo que muitos não conhecem o conceito e têm receio ou dúvidas em experimentar. Estando numa zona rural do interior do país, a nossa missão é dar a conhecer a cultura e as tradições locais. A arte do azulejo feito por uma artista local e com mais de 20 anos de experiência na atividade, fazia todo o sentido, cada artista tem o seu cunho pessoal, a sua marca. A artista Célia, licenciada em artes e restauradora de azulejos, é a pessoas certa para fazer este workshop de curta duração, com cunho turístico, pretendemos dar ao turista uma abordagem sobre o assunto, mas de forma lúdica e atrativa.

O azulejo em Portugal é protegido por lei, as fachadas das casas que são revestidas pelos azulejos não podem ser removidos sem autorização camarária. Muitas são as fachadas que encontramos de casas, lapidadas por “pessoas” que retiram da parede o azulejo e vendem a quem os procura. A lei é clara, refere-se à   Lei nº. 79/2017, de 18 de Agosto, que podes consultar e saber mais sobre este assunto. Depois, se ainda não visitaste o museu do azulejo em Lisboa, é uma visita obrigatória. Ainda podes acrescentar o estudo visitando o site “sos azulejo”, mais um projeto que visa proteger o nosso património.

Contudo, acho lamentável que existam pessoas que gostam tanto deste património português e único da nossa história que comprem a pessoas que degradam a nossa história. Podem fazer réplicas do original em artistas e especialistas da arte, por exemplo. Se pretendem originais, comprem em casas de velharias e antiquários e com certificado. Muitos são os azulejos “roubados” e encontram-se em procura no site da polícia judiciária.

É importante esta sensibilização, como empresária e por gostar deste nosso património, acho importante poder oferecer um workshop nesta área, durante duas horas irás obter conhecimentos históricos e iniciar-te na pintura, na técnica. É uma experiência muito gratificante e enriquecedora.

Os grupos são pequenos e com total privacidade, terás o apoio da artista, é um luxo! Uma experiência que irás rever em tua casa, quando olhares para o teu azulejo pintado. Sim, irás ficar com o teu azulejo para recordação, após a cozedura do mesmo, será enviado por correio. Esta atividade pode ser feito desde crianças a adultos, em família ou juntando-se a um grupo restrito no atelier da artista.

Ainda ficaste com dúvidas? Entra em contato comigo e eu esclareço-te o que necessitas. Encontro marcado em breve no Alentejo?

Um abraço 🙂

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Imagem dos azulejos do museu do azulejo, em Lisboa.

Ser Mulher e empreendedora

Olá, olá

Esta semana fiz um post no instagram sobre esta frase, “Eu nunca perco. Ou eu ganho ou eu aprendo”. Quando me deparei com ela senti uma forte vontade de falar com o coração, tal como falava o seu autor, Nelson Mandela, quem conheceu o seu percurso de vida, sabe do que sofreu e que ganhou posteriormente, o Nobel da Paz.

Mas esta frase ressoou em mim, é verdade!
Porquê?

Como já disse várias vezes, eu estou em processo de mudança para me levar a uma transformação, a uma melhor forma e capacidade na vida.

Todas as vezes que falhei, caí, ultrapassei obstáculos, portas fechadas e nenhuma janela aberta. Doeu muito, mas aprendi com as falhas e com os insucessos.
Todos nós temos uma história de vida, por isso sou tão apaixonada por biografias, por histórias porque aprende-se sempre alguma coisa.

Comecei a olhar os meus baixos com outros olhos, talvez seja devido à maturidade ou pela consciência do erro e querer mudar de caminho. Por isso, tenho aprendido muito com a prática e a ser mais seletiva no geral, a ficar com o pé atrás quando vejo alguma facilidade, “o pobre desconfia”!
Nós os empreendedores e pequenos empresários lutamos muito e por vezes, sozinhos, sem apoios estatais ou de associações competentes. Logo, o nosso caminho inicial é de descoberta, tentativa-erro. O sucesso é medido por nós, se conseguimos atingir determinado objetivo, há quem avalie o seu sucesso pelo extrato bancário, pelo carro ou a casa comprada ou item material. Eu avalio o meu sucesso pelos objetivos que vou atingindo a médio prazo, se não consegui vou mudando a trajetória e rumo.

Não incentivo a quem quer empreender, mas sim a informar-se bem como fazê-lo e as consequências dos atos. Cabe a cada um fazer o seu caminho.

Acredito e não tenho vergonha, apesar de ser para muitos, falharmos e mudarmos de negócio, de trabalho, de relações de amizade etc. As pessoas têm vergonha de serem apontadas de fracassadas. Ninguém gosta, eu também não. Mas tentei, abri a minha empresa e posso fechá-la quando quiser e abrir outra coisa, ou mudar completamente de profissão.

Tenho conhecimentos, competências e habilidades que me permitem ter uma visão macro da situação, depois escolho se me interessa ou não. Quando preciso de ajuda porque todos precisamos, recorremos a um mentor, a um estrategista ou até, um terapeuta da saúde mental.

Desejo a todos uma boa sexta-feira, a Primavera chegou e espero que o bom tempo também.

Um abraço 🙂

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Atividades turísticas em família

Olá, olá

As atividades turísticas são uma parte essencial de qualquer viagem. Elas são experiências únicas que nos permitem explorar novos lugares, culturas e tradições. Mas afinal, o que são exatamente as atividades turísticas e para que servem? Vou dar-te uma explicação breve.

As atividades turísticas são todas as atividades que um turista pode realizar durante a sua viagem. Elas podem ser desde simples passeios turísticos até experiências mais radicais, como mergulho ou paraquedismo. O objetivo das atividades turísticas é proporcionar aos viajantes momentos únicos e inesquecíveis, permitindo-lhes conhecer melhor a região que estão a visitar e criar memórias especiais.

Uma das melhores formas de desfrutar de atividades turísticas é em família. Com os nossos filhos, podemos explorar novos lugares juntos, criando laços e partilhando momentos especiais que serão recordados para sempre. Existem inúmeras atividades que podemos realizar em família, desde visitas a parques temáticos até passeios de bicicleta no meio da natureza.

Uma das atividades turísticas que mais gosto de fazer com os meus filhos é visitar museus e exposições. Mas não são muito adeptas das caminhadas, algo que adoro, caminhar na natureza, mas são preguiçosas para andar. Contudo, fazemos outras atividades, como ida a feiras temáticas, ida à praia ou fazendo workshops temáticos (elas adoram aprender coisas novas e manuais).

Porém, as atividades ao ar livre permitem-nos desfrutar do contacto com a natureza e criar memórias únicas em família. Há crianças que gostam do campo e estão habituadas a caminhar, tornando-se uns grandes companheiros de caminhadas. O mesmo acontece com famílias que andam a cavalo por prazer e não por desporto, o contato com os animais gera uma grande conexão em termos de sentimentos e autoconfiança na criança.

Mas se houver famílias que apreciam desportos náuticos, fazer em família surf, canoagem, andar de barco ou fazer snorkelling, permite uma ligação de pertença e identificação de gostos entre pais e filhos. Todos acabam por falar a mesma linguagem.

Posso dizer que, as atividades turísticas são uma parte fundamental de qualquer viagem. Elas permitem-nos descobrir novos lugares, culturas e tradições, enquanto criamos memórias especiais e partilhamos momentos únicos com os nossos entes queridos. Por isso, não hesite em planear atividades turísticas em família durante a sua próxima viagem. Vai valer a pena!

Estou no Alentejo e organizo atividades para famílias de sangue e do coração, os workshops de olaria ou de pintura de azulejo são uma forma de aprender uma arte local e nacional, é divertido fazer em grupo. As crianças ficam felizes por conseguirem fazer algo diferente e que levam para casa mais tarde.

Não te esqueças de comentar aqui ou nas minhas redes sociais. Estamos no instagram e facebook, via lá dar uma vista de olhos 🙂

A importância da autoconfiança ao viajar sozinho(a)

Olá, olá

Viajar é uma experiência transformadora, capaz de nos levar a conhecer lugares incríveis e vivenciar momentos únicos. No entanto, muitas pessoas se sentem inseguras ou têm medo de embarcar em aventuras solitárias, optando por viagens apenas na companhia da família. Mas será que a autoconfiança é realmente necessária para explorar novos destinos sem companhia? Neste artigo, vou abordar a importância da autoconfiança ao viajar sozinho(a) e os benefícios que essa decisão pode trazer para o seu autoconhecimento.

Começo por identificar:

  1. Superação dos medos e desafios pessoais – ao decidir viajar sem depender da presença de outras pessoas, tu estarás enfrentando os teus próprios medos e superando desafios pessoais. Essa atitude fortalece a tua autoconfiança, fazendo com que tu te sintas mais capaz de lidar com situações desconhecidas e imprevistos durante a jornada. O confronto com esses obstáculos proporciona um crescimento pessoal valioso, aumentando a confiança nas suas habilidades e competências.
  2. Liberdade e autonomia – uma das principais vantagens de viajar sozinho(a) é ter total liberdade para traçar o próprio roteiro e fazer escolhas que estejam alinhadas aos seus interesses e vontades. Essa independência permite que você conheça melhor a si mesmo(a), identificando suas preferências, limitações e pontos fortes. Aprender a confiar em suas próprias decisões é essencial para o desenvolvimento do autoconhecimento e da autoconfiança.
  3. Expansão de horizontes – ao viajar sozinho(a), tu terás oportunidade de interagir com pessoas de diferentes culturas e origens. Esses encontros enriquecem as nossas experiências, ajudando-nos a perceber que não estamos sozinhos no mundo e que cada indivíduo tem a sua história única para compartilhar. Conhecer outras realidades permite-nos ampliar nossa visão de mundo, questionar crenças pré-existentes e fortalecer nossa identidade pessoal.
  4. Desenvolvimento da resiliência – outro benefício da viagem solitária é o desenvolvimento da resiliência emocional. Ao se tornar responsável por si mesmo(a) durante uma jornada, é preciso aprender a lidar com imprevistos e frustrações, adaptando-se a situações adversas conforme elas surgem. Essa capacidade de se adaptar aos desafios contribui para a formação de uma mentalidade resiliente, fundamental tanto nas viagens quanto na vida cotidiana.

Viajar sozinho(a) requer coragem e confiança em si mesmo(a). Através dessa experiência singular, podemos alcançar um maior autoconhecimento, superando medos pessoais, ganhando autonomia, expandindo nossos horizontes e fortalecendo nossa resiliência emocional. Portanto, encorajo a todos que possuem receio de embarcar nessa aventura solitária a deixarem seus medos de lado e permitirem-se viver experiências que os levarão a descobertas fascinantes e um crescimento pessoal incomparável.

Lembre-se sempre: sua autoconfiança é um pilar fundamental para realizar seus sonhos e explorar o mundo ao seu redor.

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Onde te leva o coração…

Olá, olá

Hoje, enquanto olho para além da minha alma, reflito sobre a incrível jornada que é a vida e para onde o coração nos conduz. No meio de um turbilhão de pensamentos, agradeço por cada momento e cada oportunidade de explorar este mundo vasto e maravilhoso. Quando digo isto, é o mundo que nos é permitido, seja pelas viagens em Portugal ou estrangeiro, seja por meios digitais colada ao nosso computador. Decidi parar hoje e fazer uma reflexão sobre a gratidão e a maravilha das viagens.

À medida que os ventos da mudança nos conduzem através de paisagens diversas e culturas ricas, é importante lembrar que a capacidade de viajar é um privilégio que nem todos têm. Enquanto me transportei pela fotografia da paisagem espetacular de Monsanto, com suas casas encravadas nas rochas e sua aura de história e beleza, devemos agradecer. Agradecer por estarmos vivos e ter saúde que nos permite explorar, por nossas mentes que nos impulsionam a descobrir e por nossos corações que nos inspiram a amar.

Viajar não é apenas sobre visitar lugares exóticos ou capturar a foto perfeita para o Instagram. É sobre absorver a essência de cada destino, mergulhar na sua história e cultura, e permitir que ele nos transforme de maneiras que nem imaginávamos. Quando nos entregamos completamente à experiência de viajar, nosso coração se expande e se enche de gratidão pela beleza do mundo e pelas oportunidades que a vida nos oferece. Neste momento que escrevo este artigo de gratidão, sinto o impulso de fazer uma viagem sozinha e introspetiva. Já falei no meu perfil do Instagram dos benefícios de viajar sozinha e em grupo, mas há momentos que a melhor companhia que nós temos, é a nossa. Sim, aprendi ao longos destes anos, que a melhor companhia que possamos ter é a nossa, é bom ter família e amigos, mas é melhor aprender a estar sozinho e a desenrascar-nos sozinhos.

Desafio-te ao leres estas parcas palavras que penses nas viagens passadas que encheram tua alma de alegria, nas aventuras futuras que aguardam e nas pessoas incríveis que tu irás encontrar ao longo do caminho. Agradeça por cada respiração, por cada batida do coração e por cada momento precioso que a vida lhe proporciona. Pois hoje eu também vou agradecer à possibilidade da vida me dar de poder conhecer lugares espetaculares e a viajar quando posso.

Então, eu sugiro que da próxima vez que tu te encontrares em um destino novo, deixa o teu coração guiar-te. Permita que ele o leve a lugares inesperados, a encontros memoráveis e a experiências transformadoras. E lembra-te sempre de ser grato, não apenas pelas viagens em si, mas por tudo o que torna possível essa jornada incrível – sua saúde, sua liberdade e o dom precioso da vida.

Que cada passo que você dê seja uma expressão de gratidão e amor, e que suas viagens continuem a enriquecer sua alma e expandir sua mente. E que, ao olhar para além da sua própria alma, tu sempre encontres motivos para sorrir e agradecer.

Aventura-te com gratidão, e que o mundo sempre te receba de braços abertos.

Não te esqueças de levar um caderno contigo ou começar hoje a escrever um diário da gratidão. Enquanto escreves, te expressas, deixas o teu coração falar e sentir!

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White Flower Tours é sustentável!

Olá, olá!

Hoje gostaria de falar sobre um elemento fundamental da White Flower Tours: o nosso logotipo. Para quem ainda não conhece, a White Flower Tours é uma empresa de turismo especializada em proporcionar experiências autênticas e sustentáveis no alto Alentejo.

Ao olhar para o nosso logotipo verde, imediatamente percebemos que ele representa a natureza e a tranquilidade que encontramos nessa região rural. Queremos transmitir aos nossos clientes a conexão com a natureza exuberante do alto Alentejo, onde encontrarão paz e serenidade.

Além disso, o logotipo é dividido em quatro partes distintas, cada uma representando segmentos específicos: gastronomia e vinhos, cultura e tradição, caminhadas e o próprio alto Alentejo. Essa divisão simboliza a diversidade de experiências que os visitantes têm à disposição durante suas jornadas connosco.

Nossa empresa de animação turística  baseia-se no turismo sustentável, cujo objetivo principal é minimizar o impacto negativo no meio ambiente e na comunidade local. Trabalhamos em parceria estreita com a população local e produtores para criar oportunidades econômicas e preservar as tradições culturais existentes.

Ao escolher viajar connosco, você não só experimentará momentos inesquecíveis, mas também estará contribuindo diretamente para o desenvolvimento da comunidade local. Valorizamos a colaboração com agricultores locais e produtores de vinho, incentivando práticas sustentáveis ​​e valorizando seus produtos incríveis.

Oferecemos várias opções de passeios, desde caminhadas pelos trilhos rurais até experiências gastronômicas que exploram a deliciosa culinária alentejana. Durante essas aventuras, você será apresentado às tradições culturais da região e terá a oportunidade de conhecer pessoas incríveis ao longo do caminho.

No fundo, o logotipo da White Flower Tours reflete a nossa paixão pelo alto Alentejo e o nosso compromisso em tornar a sua viagem uma experiência sustentável e significativa. Convidamos a todos para se juntarem a nós nessa jornada pela natureza, cultura e tradição, descobrindo o melhor que o alto Alentejo tem para oferecer.

Esperamos receber vocês em breve!

O que achaste do nosso logotipo? Comenta em baixo ou envia uma mensagem pelas redes sociais!

Um abraço 🙂

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Descubra as diferenças entre atividades turísticas e experiências transformadoras

Olá, Olá!

 No fascinante universo do turismo, existem duas categorias igualmente encantadoras que merecem destaque: as atividades turísticas e as experiências turísticas. Vou dar a minha opinião sobre estes conceitos, apresentando diferentes tipos e mostrando como essas oportunidades podem beneficiar quem procura vivenciar momentos inesquecíveis durante suas viagens.

As atividades turísticas entendo que são, a essência de qualquer destino, proporcionando aos visitantes a possibilidade de explorar novos horizontes e se conectar com a cultura e o ambiente ao seu redor. Dou-te dois exemplos em concreto:

  1. Aventuras na natureza: és um amante da adrenalina e aprecias a beleza natural, atividades como trilhas em montanhas, mergulhos em recifes ou até mesmo passeios de caiaque pelas águas cristalinas de rios ou lagos são opções perfeitas para aproveitar a natureza exuberante dos lugares visitados.
  2. Tour histórico e cultural: se preferes excursões, visitas culturais e pretendes mergulhar no passado e conhecer a história local, tours guiados por monumentos históricos, museus e sítios arqueológicos são verdadeiras aulas sobre a trajetória das civilizações. Estas atividades enriquecem a bagagem cultural e proporcionam uma imersão completa no local visitado.

Podemos dizer que, as atividades turísticas oferecem entretenimento e conhecimento, as experiências turísticas vão além, proporcionando momentos únicos e transformadores aos viajantes, tem uma forte ligação ao sentimento.

  1. Gastronomia local: explorar a culinária de um destino é uma maneira fantástica de experimentar a sua cultura e tradição. Participar de aulas de culinária, degustações ou até mesmo jantares em restaurantes conhecidos podem abrir novos horizontes gastronômicos e deixar memórias gustativas para toda a vida.
  2. Vivências culturais: nada melhor do que realmente vivenciar a rotina e hábitos locais. participar de festivais folclóricos, workshops artísticos, como danças típicas, música regional ou aprender habilidades tradicionais – como produzir cerâmica ou tecelagem local – são apenas algumas das imensas possibilidades para mergulhar na cultura do lugar visitado.

As atividades turísticas não só proporcionam momentos emocionantes e enriquecedores, mas também oferecem inúmeros benefícios aos viajantes. Podemos encontrar esses benefícios:

  1. Desenvolvimento pessoal: ao nos aventurarmos em atividades turísticas, as pessoas têm a oportunidade de expandir seus limites físicos e mentais, superando desafios e conquistando novas habilidades. Essa experiência ajuda no crescimento pessoal, aumentando a autoconfiança e a capacidade de adaptação.
  2. Conexões significativas: participar de atividades turísticas possibilita a interação com outras pessoas, seja com guias turísticos especializados ou confraternizando com outros turistas. Essas conexões ajudam a criar laços afetivos e ampliam a rede de amizades, transformando uma simples viagem em uma jornada socialmente rica.

Posso dizer que, através das atividades turísticas tradicionais ou das experiências autênticas, o turismo oferece uma infinidade de opções para adultos e crianças que desejam vivenciar momentos únicos durante suas viagens. Com benefícios como desenvolvimento pessoal e conexões significativas, essas atividades se tornam indispensáveis para quem procura explorar novos destinos e criar memórias inesquecíveis.

Agora diz-me que tipo de visitante és? Mais atividades turísticas ou preferes as experiências?

Comenta em baixo!

Um abraço 🙂

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Diferenças entre vinho da talha e vinho tradicional

Olá, olá

Sou apaixonada pelo mundo da gastronomia e apreciadora de um bom vinho e, como empresária no ramo das atividades relacionadas às degustações, gostaria de compartilhar algumas informações sobre as diferenças entre o vinho da talha e o vinho tradicional – ou seja, os conceitos por trás de cada um.

Para começar, é importante entender que ambos os tipos de vinho são apreciados pelos amantes desta maravilhosa arte. O vinho “normal” é produzido utilizando métodos mais modernos de vinificação, o vinho da talha tem suas raízes no passado histórico de Portugal e apresenta particularidades únicas e fascinantes.

O vinho da talha remonta aos tempos romanos, quando grandes recipientes de barro, chamados de talhas, eram utilizados para fermentar e armazenar o vinho. Essas talhas proporcionam condições ideais para a maturação do vinho, mantendo-o fresco e preservando seus sabores originais.

Uma das principais diferenças entre o vinho da talha e o vinho “normal” está na forma como ocorre a fermentação. Enquanto no processo tradicional, comumente conhecido, as uvas são prensadas e a fermentação acontece em tanques de inox ou barricas de carvalho, no vinho da talha a fermentação se dá diretamente nas talhas de barro. Esse método ancestral confere ao vinho características sensoriais únicas e permite um maior contato com a cerâmica, realçando sua complexidade aromática.

Outra diferença notável está no tempo de maceração e envelhecimento. Enquanto muitos vinhos “normais” são comercializados rapidamente, o vinho da talha passa por um processo mais lento para atingir seu máximo potencial. Isso resulta em sabores mais intensos, ricos e profundos, assim como uma textura diferenciada. A paciência é realmente uma virtude quando falamos do vinho da talha!

Ao degustar um vinho da talha, podemos esperar uma experiência sensorial única. Seus aromas complexos e cheios de personalidade nos transportam diretamente ao terroir português. Os perfumes que emergem dessa bebida ancestral nos remetem a frutas maduras, especiarias sutis e nuances minerais. Na boca, ele se revela intenso, com taninos bem integrados e uma acidez equilibrada, prolongando sua persistência no paladar.

Portugal é um país rico em tradições vitivinícolas, mas o vinho da talha representa uma parte especial de sua história. Viagens enoturísticas em busca dessas peculiaridades são uma experiência verdadeiramente fascinante, e convido todos os amantes de vinho a embarcarem nessa jornada connosco.

Como empresária dedicada a proporcionar atividades turísticas únicas, tenho o prazer de oferecer visitas a adegas privadas onde podemos desvendar todo o mistério por trás do vinho da talha. A cada taça degustada, mergulhamos nas raízes ancestrais de Portugal, desbravando propriedades encantadoras e conhecendo produtores apaixonados por sua arte.

Conhecer as diferenças entre o vinho da talha e o vinho “normal” vai além de uma simples degustação. É explorar a essência do passado, honrar tradições e compreender como os processos enológicos moldaram nossa cultura ao longo dos séculos. Permita-se descobrir essa experiência sensorial única enquanto viaja pelo mundo mágico dos vinhos portugueses!

Um abraço 🙂

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Cinco anos a empreender no Turismo

Olá, olá

Há cinco anos, decidi embarcar em uma emocionante jornada como empresária no setor do turismo, no interior do país, no Alentejo. Ao longo desta trajetória, descobri diversos benefícios deste estilo de  vida, mas também me deparei com muitas dificuldades que trouxeram valiosas lições para o meu crescimento. Vou contar-te a minha história, a minha experiência de empreender no turismo, os benefícios que encontrei e as adversidades que enfrentei.

Um dos maiores benefícios de ter uma empresa de turismo no interior é a oportunidade de explorar e promover o potencial turístico destas regiões muitas vezes pouco conhecidas. Fui capaz de criar roteiros personalizados, destacando a riqueza cultural, belezas naturais e tradições únicas que esses locais escondem. Além disso, tive a chance de estabelecer parcerias com pequenos negócios locais, valorizando a economia da comunidade e contribuindo para um turismo mais sustentável e responsável.

Outro ponto positivo foi a possibilidade de trabalhar próxima à natureza tranquilizante do campo, algo verdadeiramente inspirador. Passei a organizar caminhadas pelos belos cenários naturais, proporcionando aos visitantes uma conexão profunda com a fauna e flora local. A tranquilidade e paz que se encontram nessas paisagens certamente são vantagens irresistíveis de ter escolhido empreender no turismo do interior.

No entanto, não podemos negar que também enfrentei dificuldades ao longo desta jornada. Uma das principais desafios foi ganhar visibilidade em uma indústria tão competitiva e dominada por grandes empresas com presença nas cidades mais populares do país. Tive que redobrar os esforços na divulgação online, utilizando as redes sociais e parcerias estratégicas para alcançar nosso público-alvo.

Além disso, a falta de infraestrutura turística adequada no interior representou um obstáculo significativo. Ao longo destes cinco anos, aprendi muito sobre o poder transformador que o turismo pode ter nas vidas das pessoas e nos lugares onde atuamos. As dificuldades só me tornou mais resiliente e determinada em fazer a diferença nesta indústria. Acreditei firmemente que, ao promover e valorizar regiões menos exploradas, estou ajudar a redistribuir o turismo pelo país e contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do interior.

Empreender no turismo pode ser desafiador, especialmente quando se escolhe o interior como localização. No entanto, os benefícios colhidos são imensuráveis, como a paz e a tranquilidade. A riqueza cultural, as belezas naturais e a oportunidade de fazer a diferença nas comunidades locais, proporcionando experiências autênticas e impactantes aos visitantes, fazem tudo valer a pena. Estou orgulhosa do meu caminho de “pedras e obstáculos” e espero continuar contribuir para o crescimento do turismo no interior pelos próximos anos.

Um abraço 🙂